Projeto EmBER

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Taikodom: Should I Live in the Universe?

Interessante, o Closed Beta do Taikodom Living Universe entrou em uma nova fase.
... É realmente interessante porque há poucos dias eu vinha pensando em voltar a dar uma jogada no Taikodom, mas ainda penso se vale realmente à pena fazer isso.

Até onde eu conheço, o jogo não proporciona uma união efetiva dos jogadores, deixando prevalecer a individualidade. Para completar, a ampla exploração do espaço deixa cada pessoa mais distante da outra, geográficovirtualmente falando, mas... há algo que mais me preocupa: são os próprios jogadores.

"Ah, Guilherme, mas você não pode exatamente selecionar os jogadores de um game". É verdade, não eu... Mas o próprio jogo faz isso. É fácil encontrar gente legal em jogos "adoráveis", como Dragonica e Angels Online, assim como também é fácil se deparar com jogadores estressados e rudes em Lost Saga e League of Legends. Claro que nem todos são assim, mas são exemplos fáceis de acontecer.

É comum ver, no fórum oficial de Taikodom, um certo grupo de jogadores (que sempre o frequentam) concordando ou discordando com atualizações do jogo, tais como "ih, vocês implementaram isso? Acho que não vai dar certo não, hein..?", "é verdade, não gostei dessa implementação, também acho que isso não vai dar certo". E são sempre os mesmos jogadores.
Eles "habitam" o fórum como se fossem seus donos e "guardiões", como se fossem os detentores de todas as informações sobre o jogo. Não é difícil aparecer um criticando e/ou provocando você (o tal flaming), assim como é revoltante ver todo esse controle que eles tentam impor sobre a equipe.
Alguns acham que o jogo é feito sob encomenda para eles mesmos, como se a Hoplon (empresa que desenvolveu o jogo) estivesse perguntando: como você gostaria que eu lhe fizesse esse game?
É o que já vi e o que continuo vendo no Taikodom: usuários tentando controlar o jogo (e a empresa) e exigir a qualidade estrangeira de jogos online que os Coreanos, Estadunidenses e Japoneses possuem.

Sinceramente, é triste ver esse quadro. Às vezes é possível encontrar pessoas legais dentro do jogo, mas, no fórum, é mais difícil. Particularmente, sinto pena dos desenvolvedores do Taikodom por ver todas essas más atitudes de certos jogadores já veteranos, e ao mesmo tempo, tenho esperanças de que eles estejam evoluindo mais e mais a cada dia para aperfeiçoarem um MMORPG brasileiro que ainda tem muito a melhorar.

terça-feira, 15 de março de 2011

Pattie Maes apresenta o "Sexto Sentido", uma tecnologia que mudará a forma como você vê o mundo

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Mudança de direção

Esqueçam os jogos online! *joga papéis pra cima*
O objetivo do blog permanece quase o mesmo, mas agora, trataremos de jogos inteligentes, expansivos, e claro, continuaremos em busca da essência.

Falaremos de Imagine Cup e linguagens de programação mais intensivamente, assim como a utilidade das novidades do mercado quanto aos games.

É isso aí!
Em breve, breve mesmo, postagens mais interessantes!

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Analytics - Asda Story

Recenemente comecei a jogar Asda Story, jogo licenciado pela Ongame, e comecei a fazer uma série de observações. Aqui não estão todas, mas provavelmente postarei o resto depois.

De gráficos leves, bem polidos e animados, Asda Story cativa pela facilidade de se jogar.
Existem quests tanto de entrega de itens quanto de derrotar mosntros, o que é tradicional dos MMORPGs. Realizando-se corretamente tdas as quests disponíveis na cidade, de acordo com as que estão liberadas para você em determinado momento, o jogador termina encontrando monstros de seu próprio nível, o que lhe ajuda a evoluir rapidamente. Como já se não bastasse o deslumbramento pelo viual, animação e acilidade em realizá-las, as quests ativas possuem um botão com o nome do monstro ou NPC, seguidos do nome do local onde se localizam e suas posiçoes através de coordenadas. Clicando nele, o personagem se dirige até sua posição automaticamente, o que permite ao jogador pular as conversas fiadas dos NPCs, aceitar rapidamente uma missão e partir para a aventura.

Os mapas, de modo interessante, são vastos mas não são entediantes. Eles pareem ter a medida, o design e a ambietalização certas. Os monstros são devidamente espalhados pr eles, de um modo que você nunca está andando sem enxergar um. Isso faz com que o jogador não ande, geralmente, sozinho em um mapa enorme e cheio de áreas vazias, como já pude presenciar em outros MMORPGs, tais como Archlord, jogado por um amigo meu. Para completar, o sistema de locomoção automática faz com que o jogador não se perca tentendo explorar um para durante uma quest, procurando por um monstro que ele não sabe onde está.

Nesta análise, demos uma ideia inicial do jogo Asda Story, falando de quests e mapas. Na próxima vez, abordaremos outros pontos do jogo.

Fique ligado!

sábado, 15 de janeiro de 2011

Trabalhando com engines - UDK e Unity

Ansioso por aprender linguagens de programação e trabalhar com jogos, recebi a indicação de uma boa engine que serviu de base para a criação do jogo Gears of War, chamada UDK: Unreal Development Kit.

A princípio, animado por trabalhar com ela, indicada pelo meu primo por ser muito boa.... Porém, pesada, e mais indicada para "PCs hardcore".
Com um tutorial, aprendi a modelar terrenos (mesmo que de uma forma bem básica e superficial) e colocar duas texturas simultâneas neles - como um chão de pedra e um caminho de areia - mas... Não conseguia criar um jogo...

Bem, como fazer isso...? Em primeiro lugar, não tenho exatamente uma equipe, embora pudesse tentar sozinho (isso só se faz com o RPG Maker xD)... Não sei programar, muito menos em UnrealScript (linguagem usada no UDK)...

Resta agora aprender. É o único jeito. E com um grupo de amigos interessaos também em aprender linguagens de programação, tudo ficará mais fácil. Quem sabe não saia um bom grupo aí? ;D
Bem, isso só o tempo dirá.

A propósito, migrei do UDK para a Unity, que é bem mais leve e aparenta ser de fácil manipulação.
O aprendizado continua!

sábado, 8 de janeiro de 2011

O Vício

Problema conhecidíssimo de todos os jogadores, o vício assola todo e qualquer tipo de jogo e jogabilidade, além de dar às empresas uma ótima ferramenta para atrair e segurar mais players em seus MMOs, em geral.

Diferentemente, jogos não-online, por "acabarem" em um certo ponto (ou seja, não são de jornadas "infinitas", como nos jogos online), buscam um lado mais inovador... não é verdade?

"Em Busca da Essência" voltará em breve, com mais posts sobre o vício em jogos digitais. Aproveite para ir preparando material para discussão! ;D

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